A festa da morte perto
por todas as razões erradas a depressão no domingo
sabes que te dou mais do que palavras em manhãs de invernos mal feitos
colados sem sentido a um natal que se quer sem natal e música nas ruas
viagem para a cidade da ponte que a enfeita com chuva do norte
a conversa com música nos braços as pernas no ar
os collants sem sexo num quarto escuro
paixão na casa velha
o tom um tanto ou quanto épico da chegada
a festa com morte perto
o corpo branco
sem fantasia
deitado sem fôlego
à espera da água suja para lavar a boca da estupidez.
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